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A CASADA
Há vários meses venho comendo uma amiga minha casada. Seu marido bebe muito, não chega cedo em casa, joga bola todo final de semana. Enquanto ele joga bola no sábado, sua mulherzinha leva pica.
Vou chamá-la de Cris para não complicar. Apesar de não ser bonita, tem um corpo nota nove, seu bumbum é o que mais chama a atenção, é arredondado, carnudo e arrebitado. Seus seios são pequenos e durinhos. Cris é um pouco exibida, tem movimentos leves, pois é professora de dança.
No mês passado, telefonei para um novo encontro, seu marido assistiria a um jogo do Brasil e eu a comeria pelo menos umas três vezes. Mas, ela disse que não poderia ir sozinha porque o marido estava desconfiado. Disse que só poderia sair acompanhada de dona Zeza, uma amiga nossa. Respondi que a trouxesse com a desculpa de pegar uma encomenda, daríamos um jeito. Meia hora depois elas chegaram. Cris estava toda arrumada, um filezão, e dona Zeza uma coroa enxutona. O engraçado é que a acompanhante tinha um sorriso malicioso nos lábios, como se já soubesse de tudo. Assim que chegaram falei que a encomenda estava pronta e convidei-as para assistir o jogo.
Comecei a oferecer caipirosca para as duas e meia hora depois, ambas estavam ouriçadas, falando sem parar, rindo de qualquer coisa. Liguei o som e chamei a Cris para dançar. A festinha continuou e, na terceira música, dona Zeza disse: "Cris, pode ficar à vontade. Faça o que você veio fazer! Aquele cachorro do seu marido merece uma galha mesmo". Dizendo isso, dona Zeza foi para cozinha preparar um tira-gosto. Imediatamente puxei Cris pelo braço, levando-a até o quarto. Ela tentou dizer algo, mas tapei-lhe a boca com um beijão daqueles, chupei seus peitinhos ao tempo que massageava seu clitóris. Cris pegou minha pica, que estava mais dura que pão dormido por vários dias, chupou como se quisesse tirar um gênio de dentro. Deitei aquela putona e mandei rola de todo jeito, pela frente por trás, de lado, até que chegou a vontade de gozar, então disse: "Querida, quero gozar no cuzinho". Ela virou o corpo na cama e eu mandei pica pra dentro daquele cuzão, dando uma gozada tão grande e ruidosa que o juiz do jogo do Brasil apitou falta.
De volta à sala, já tomado banho, encontrei dona Zeza comendo um salgadinho e assistindo o jogo. Cris, ainda muito alegre e satisfeita, disse: "Zeza, sei que você é carente e se quiser matar a vontade, eu empresto esse meu gostosão. Fica tudo entre nós, seu marido nunca vai saber, já que ele dificilmente lhe come". Dona Zeza riu e calada foi para cozinha, Cris foi para o banho e eu fui atrás de dona Zeza. Na cozinha, abracei a coroa por trás e, suavemente, comecei a cheirar seu cangote. A coroa arrepiou-se, virou de frente e me abraçou já segurando minha pica, dizendo: "Me come, me come! Não levo uma rola há mais de seis meses, meu marido é diabético e está impotente". Zeza tomou a frente e saiu me levando pro quarto. Pedi a ela que me chupasse e fui tirando sua calcinha, mas quando vi o tamanho daquela boceta, me assustei. Pensei: "Que bocetona cabeluda! Essa mulher só deve ficar satisfeita com a pica de um jegue".
Comecei a massagear o pinguelão e quando ela começou a gemer, cravei-lhe a pomba na boceta, dando bombadas de todo jeito. Zeza abriu as pernas, pegou nas pontas dos pés, dizendo: "Fode gostoso essa boceta, quero tudo dentro dela, arrombe ela, diga que sou gostosa, vai, diz, diz..." Aumentei as bombadas e o gozo chegou, dei uma gozada tão grande, acompanhada de um berro, que o Dida, goleiro do Brasil, soltou a bola na área e quase foi gol do adversário. Tomei banho e quando volto para sala, encontro a Cris chorando baixinho: "Que é isso? Tá chorando porque?", perguntei. "Estou chorando porque eu disse que emprestava você, mas era de brincadeira, e você levou a sério e comeu ela".
Não tinha mais jeito. Não podia desmanchar a comida. "Você é bem mais gostosa que ela", garanti. Continuamos, os três, a assistir a partida. O Brasil não ganhou, mas eu arreganhei as bocetas dessas putas e os respectivos cornos achando que elas estavam no shopping.
Há vários meses venho comendo uma amiga minha casada. Seu marido bebe muito, não chega cedo em casa, joga bola todo final de semana. Enquanto ele joga bola no sábado, sua mulherzinha leva pica.
Vou chamá-la de Cris para não complicar. Apesar de não ser bonita, tem um corpo nota nove, seu bumbum é o que mais chama a atenção, é arredondado, carnudo e arrebitado. Seus seios são pequenos e durinhos. Cris é um pouco exibida, tem movimentos leves, pois é professora de dança.
No mês passado, telefonei para um novo encontro, seu marido assistiria a um jogo do Brasil e eu a comeria pelo menos umas três vezes. Mas, ela disse que não poderia ir sozinha porque o marido estava desconfiado. Disse que só poderia sair acompanhada de dona Zeza, uma amiga nossa. Respondi que a trouxesse com a desculpa de pegar uma encomenda, daríamos um jeito. Meia hora depois elas chegaram. Cris estava toda arrumada, um filezão, e dona Zeza uma coroa enxutona. O engraçado é que a acompanhante tinha um sorriso malicioso nos lábios, como se já soubesse de tudo. Assim que chegaram falei que a encomenda estava pronta e convidei-as para assistir o jogo.
Comecei a oferecer caipirosca para as duas e meia hora depois, ambas estavam ouriçadas, falando sem parar, rindo de qualquer coisa. Liguei o som e chamei a Cris para dançar. A festinha continuou e, na terceira música, dona Zeza disse: "Cris, pode ficar à vontade. Faça o que você veio fazer! Aquele cachorro do seu marido merece uma galha mesmo". Dizendo isso, dona Zeza foi para cozinha preparar um tira-gosto. Imediatamente puxei Cris pelo braço, levando-a até o quarto. Ela tentou dizer algo, mas tapei-lhe a boca com um beijão daqueles, chupei seus peitinhos ao tempo que massageava seu clitóris. Cris pegou minha pica, que estava mais dura que pão dormido por vários dias, chupou como se quisesse tirar um gênio de dentro. Deitei aquela putona e mandei rola de todo jeito, pela frente por trás, de lado, até que chegou a vontade de gozar, então disse: "Querida, quero gozar no cuzinho". Ela virou o corpo na cama e eu mandei pica pra dentro daquele cuzão, dando uma gozada tão grande e ruidosa que o juiz do jogo do Brasil apitou falta.
De volta à sala, já tomado banho, encontrei dona Zeza comendo um salgadinho e assistindo o jogo. Cris, ainda muito alegre e satisfeita, disse: "Zeza, sei que você é carente e se quiser matar a vontade, eu empresto esse meu gostosão. Fica tudo entre nós, seu marido nunca vai saber, já que ele dificilmente lhe come". Dona Zeza riu e calada foi para cozinha, Cris foi para o banho e eu fui atrás de dona Zeza. Na cozinha, abracei a coroa por trás e, suavemente, comecei a cheirar seu cangote. A coroa arrepiou-se, virou de frente e me abraçou já segurando minha pica, dizendo: "Me come, me come! Não levo uma rola há mais de seis meses, meu marido é diabético e está impotente". Zeza tomou a frente e saiu me levando pro quarto. Pedi a ela que me chupasse e fui tirando sua calcinha, mas quando vi o tamanho daquela boceta, me assustei. Pensei: "Que bocetona cabeluda! Essa mulher só deve ficar satisfeita com a pica de um jegue".
Comecei a massagear o pinguelão e quando ela começou a gemer, cravei-lhe a pomba na boceta, dando bombadas de todo jeito. Zeza abriu as pernas, pegou nas pontas dos pés, dizendo: "Fode gostoso essa boceta, quero tudo dentro dela, arrombe ela, diga que sou gostosa, vai, diz, diz..." Aumentei as bombadas e o gozo chegou, dei uma gozada tão grande, acompanhada de um berro, que o Dida, goleiro do Brasil, soltou a bola na área e quase foi gol do adversário. Tomei banho e quando volto para sala, encontro a Cris chorando baixinho: "Que é isso? Tá chorando porque?", perguntei. "Estou chorando porque eu disse que emprestava você, mas era de brincadeira, e você levou a sério e comeu ela".
Não tinha mais jeito. Não podia desmanchar a comida. "Você é bem mais gostosa que ela", garanti. Continuamos, os três, a assistir a partida. O Brasil não ganhou, mas eu arreganhei as bocetas dessas putas e os respectivos cornos achando que elas estavam no shopping.
Uma Mulher Muito bem Casada
Assim que tudo Começou

Meu nome é Odete, moro em Curitiba, tenho 28 anos, sou solteira e resolvida profissional, afetiva e sexualmente.
Até porque não saberia viver sem sexo. Sou leitora de contos e historias de sexo e resolvi me abrir e contar como comecei sexualmente, pois a HUNTER é uma revista sem preconceitos. Minha iniciação não foi muito normal para os costumes de nossa sociedade, mas como nasci e cresci com outros costumes em casa, sexo era uma coisa normal e mais gostosa do mundo.
Nasci e passei a infância numa área rural junto com minha avó, minha mãe e meu tio. Não cheguei conhecer meu pai e nem meu avô. Desde que comecei a me entender por gente, sempre via todos em casa vivendo com toda liberdade do mundo. Morávamos meio isolados e minha mãe e minha avó nunca se preocuparam em dizer o que era errado ou certo em relação a sexo, mesmo porque minha mãe não dispensava um homem que pintasse na vida dela. Ela dava mesmo e a minha avó parecia que era a mesma coisa. Já meu tio era o mais safado que eu conheci. Ninguém se preocupava em usar calcinha, a não ser quando iam para a cidade ou quando saiam de casa - como elas, segui o mesmo caminho: usava somente vestidos ou saias, sem mais nada.
Morávamos em um pequeno sítio, numa casa pequena, e tudo começou quando eu era ainda pequenina, com os meus sete anos. Certo dia, flagrei o meu tio, que tinha na época uns 16 anos, batendo punheta olhando a xana da minha mãe. Ela estava sentada no chão da varanda com as pernas abertas, a xana arreganhada, escovando os cabelos, e o meu tio, dentro de casa olhando por uma greta, com o pau pra fora se matando de bater punheta. Ele nem ligou pra mim e continuou, daí percebi que ele estava batendo porque estava olhando a xana da minha mãe. Achei interessante, apesar de estar cansada de ver o pau do meu tio, pois ele mijava na minha frente e tudo. Mas nunca tinha visto o pau duríssimo. Fiquei com vontade de pegar no pau dele e fazer o que ele estava fazendo, só que não deu tempo porque, de repente, ele começou soltar jatos de leite pastoso do pau e ofegava. Quando terminou, ele falou: "Nossa, como é gostoso". Aí ele balançou e colocou pra dentro das calças.
Passaram-se alguns dias e eu estava com o meu tio no meio da roça de milho e ele começou a mijar na minha frente. Fiquei olhando para o pau dele e foi quando ele perguntou: "Por que está olhando para o meu pau?". Respondi que queria ver sair leite dele. Aí ele respondeu que tinha que bater punheta pra sair e pedi para ele bater para eu ver. Mas ele disse: "Só se você bater pra mim". Topei na hora! Ele desceu a calça, sentamos no chão e, pela primeira vez, segurei o pau dele e comecei a fazer como ele me pediu.
Como a natureza é sábia: no mesmo momento que segurei no pau do meu tio, senti uma coisa que nunca tinha sentido antes, a minha xaninha ficou aguadinha e o meu corpinho sentiu um calafrio. De repente ele levou a mão à minha xaninha e começou a alisar, fiquei toda arrepiada, cada segundo que passava ficava mais gostoso. Logo ele ofegou e começou a soltar golfadas de porra - e eu me deliciando. Quando terminou, ele falou: "Gostou?". Logicamente que eu falei que tinha gostado. Daquele dia em diante, ele me deixou bater uma pra ele.
No dia seguinte, estávamos na roça de milho, e nada dele pedir - e eu louquinha pra bater. Quando ele foi mijar, aproveitei e falei: "Ah tio, deixa eu bater novamente?". Ele falou: "Tá bom, eu deixo!". Meu tio tirou as calças e sentou em cima. Eu sentei ao lado e logo peguei no pau dele - comecei a punheta enquanto ele alisava minha xaninha! Foi quando ele falou: "Vem cá! Senta no meu colo que eu quero esfregar o meu pau na sua xaninha. Você vai gostar". Não perdi tempo, sentei no colo dele, que começou a esfregar a cabeça do pau na minha xaninha. Na hora achei delicioso e o meu corpinho começou ficar todo arrepiado! Sentei em sua coxas, de frente pra ele, enquanto ele levava o pau até a minha xaninha e ficava esfregando no meu grelinho - estava muito gostoso. Ele perguntou se eu queria que esporrasse e eu disse que sim. Ele abriu bem a minha xaninha e colocou a cabeça do pau dentro. Eu comecei a esfregar quando ele ofegou e começou a soltar toda a porra na minha xaninha. Na hora em que senti o líquido quente, meu corpinho tremeu. Ele me lambuzou toda. A partir daí, comecei a fazer tudo que ele me pedia.
Na primeira vez que chupei o pau dele, estávamos sozinhos em casa e eu comecei a brincar com o membro. Ele perguntou se eu queria mamar. Eu já tinha ouvido falar, mas não tinha pensado em fazer! Mesmo assim, eu topei e comecei mordendo, ele reclamou e comecei a mamar sem morder. Fui fazendo como ele ensinava e não demorou muito para aprender. Foi nesse dia que senti pela primeira vez o gosto da porra! Estava mamando quando ele perguntou se podia esporrar, respondi que sim e senti os jatos inundando minha boca, escorrendo para fora. Senti um gosto horrível e uma coisa pastosa e quente, confesso que quase, vomitei. Mas no final achei uma delicia e, desse dia em diante, não só batia punheta como também chupava gostoso!
Quando ele me comeu pela primeira vez eu já tinha uns 10 anos. Até então ele só se esfregava gozava na minha xaninha, pois sempre que tentava penetrar, eu morria de dor e não deixava. Certo dia, estávamos na roça com os cachorros e o cão começou a cheirar a xana da cadela, querendo subir nela. O cachorro começou a meter e logo ficaram engatados! Aquilo me deixou com a xana pegando fogo. Meu tio tirou o pau e me pediu para bater uma punheta! Comecei a bater e a chupar! Minha xana estava toda aguadinha de tesão quando ele falou: "Vem cá, deixa eu meter em você também". Levantei a saia e sentei em cima do pau dele que começou a forçar. Logo a cabeça do pau estava bem dentro da minha xaninha, fui forçando e o pau foi entrando, minha xana foi se dilatando e, quando percebi, já estava metade dentro. Ele gozou e eu forcei tudo, minha boceta se abriu e o pau entrou. Esse dia foi inesquecível. Agora eu não só batia punheta, como chupava o pau dele e ainda dava minha xaninha.
Quando dei a bunda tinha uns 12 anos! Meu tio sempre pedia e eu nunca negava, mas sentia muita dor quando ele tentava. Era um dia de chuvarada, um domingo. Minha mãe e minha avó tinham ido a uma festa de aniversário e eu e o meu tio ficamos. Como não tínhamos nada pra fazer, começamos a foder. Como já tinha comido a minha xana e eu já tinha chupado seu pau, ele começou a querer comer a minha bundinha! Resolvi tentar mais uma vez. Ele começou a colocar a cabecinha e a forçar, só que o pau não entrava. Ele começou a colocar saliva e a cabeça do pau entrou, mas o meu cu ardeu e eu tirei fora. Tentamos mais saliva, no pau e na minha bunda. A cabeça entrou novamente e ele ficou dando bombadinhas. Meu cu ardia como pimenta, mas fui deixando. Ele começou a esporrar e meteu com toda força, o pau entrou todo. Depois desse dia, quando ele queria comer a minha bunda, nós já sabíamos como fazer e eu dava gostoso. Meu tio morria de tanto tesão quando comia a minha bunda e inundava o meu cu de porra. Era uma delícia.
Acabei descobrindo mais tarde que meu tio não só me comia, como comia também a minha mãe. Certa vez cheguei mais cedo da escola e quando entrei em casa, minha mãe estava de quatro e o meu tio mandando vara na boceta dela. Eles até que tentaram disfarçar, mas não deu tempo. Como em casa era liberado, para mim não teve muita importância. Muitas vezes, acordei à noite e vi minha mãe chupando o pau do meu tio. Depois de algum tempo, a minha avó faleceu e vim com minha mãe para Curitiba. Aqui minha mãe acabou casando novamente e fomos vivendo a vida. Hoje, sou feliz no meu trabalho e na minha vida sexual. Só que quando falo para alguém o que fazia, ninguém acredita. Realmente não é qualquer pessoa que faria o que eu fiz! O que fazíamos!
Meu nome é Odete, moro em Curitiba, tenho 28 anos, sou solteira e resolvida profissional, afetiva e sexualmente.
Até porque não saberia viver sem sexo. Sou leitora de contos e historias de sexo e resolvi me abrir e contar como comecei sexualmente, pois a HUNTER é uma revista sem preconceitos. Minha iniciação não foi muito normal para os costumes de nossa sociedade, mas como nasci e cresci com outros costumes em casa, sexo era uma coisa normal e mais gostosa do mundo.
Nasci e passei a infância numa área rural junto com minha avó, minha mãe e meu tio. Não cheguei conhecer meu pai e nem meu avô. Desde que comecei a me entender por gente, sempre via todos em casa vivendo com toda liberdade do mundo. Morávamos meio isolados e minha mãe e minha avó nunca se preocuparam em dizer o que era errado ou certo em relação a sexo, mesmo porque minha mãe não dispensava um homem que pintasse na vida dela. Ela dava mesmo e a minha avó parecia que era a mesma coisa. Já meu tio era o mais safado que eu conheci. Ninguém se preocupava em usar calcinha, a não ser quando iam para a cidade ou quando saiam de casa - como elas, segui o mesmo caminho: usava somente vestidos ou saias, sem mais nada.
Morávamos em um pequeno sítio, numa casa pequena, e tudo começou quando eu era ainda pequenina, com os meus sete anos. Certo dia, flagrei o meu tio, que tinha na época uns 16 anos, batendo punheta olhando a xana da minha mãe. Ela estava sentada no chão da varanda com as pernas abertas, a xana arreganhada, escovando os cabelos, e o meu tio, dentro de casa olhando por uma greta, com o pau pra fora se matando de bater punheta. Ele nem ligou pra mim e continuou, daí percebi que ele estava batendo porque estava olhando a xana da minha mãe. Achei interessante, apesar de estar cansada de ver o pau do meu tio, pois ele mijava na minha frente e tudo. Mas nunca tinha visto o pau duríssimo. Fiquei com vontade de pegar no pau dele e fazer o que ele estava fazendo, só que não deu tempo porque, de repente, ele começou soltar jatos de leite pastoso do pau e ofegava. Quando terminou, ele falou: "Nossa, como é gostoso". Aí ele balançou e colocou pra dentro das calças.
Passaram-se alguns dias e eu estava com o meu tio no meio da roça de milho e ele começou a mijar na minha frente. Fiquei olhando para o pau dele e foi quando ele perguntou: "Por que está olhando para o meu pau?". Respondi que queria ver sair leite dele. Aí ele respondeu que tinha que bater punheta pra sair e pedi para ele bater para eu ver. Mas ele disse: "Só se você bater pra mim". Topei na hora! Ele desceu a calça, sentamos no chão e, pela primeira vez, segurei o pau dele e comecei a fazer como ele me pediu.
Como a natureza é sábia: no mesmo momento que segurei no pau do meu tio, senti uma coisa que nunca tinha sentido antes, a minha xaninha ficou aguadinha e o meu corpinho sentiu um calafrio. De repente ele levou a mão à minha xaninha e começou a alisar, fiquei toda arrepiada, cada segundo que passava ficava mais gostoso. Logo ele ofegou e começou a soltar golfadas de porra - e eu me deliciando. Quando terminou, ele falou: "Gostou?". Logicamente que eu falei que tinha gostado. Daquele dia em diante, ele me deixou bater uma pra ele.
No dia seguinte, estávamos na roça de milho, e nada dele pedir - e eu louquinha pra bater. Quando ele foi mijar, aproveitei e falei: "Ah tio, deixa eu bater novamente?". Ele falou: "Tá bom, eu deixo!". Meu tio tirou as calças e sentou em cima. Eu sentei ao lado e logo peguei no pau dele - comecei a punheta enquanto ele alisava minha xaninha! Foi quando ele falou: "Vem cá! Senta no meu colo que eu quero esfregar o meu pau na sua xaninha. Você vai gostar". Não perdi tempo, sentei no colo dele, que começou a esfregar a cabeça do pau na minha xaninha. Na hora achei delicioso e o meu corpinho começou ficar todo arrepiado! Sentei em sua coxas, de frente pra ele, enquanto ele levava o pau até a minha xaninha e ficava esfregando no meu grelinho - estava muito gostoso. Ele perguntou se eu queria que esporrasse e eu disse que sim. Ele abriu bem a minha xaninha e colocou a cabeça do pau dentro. Eu comecei a esfregar quando ele ofegou e começou a soltar toda a porra na minha xaninha. Na hora em que senti o líquido quente, meu corpinho tremeu. Ele me lambuzou toda. A partir daí, comecei a fazer tudo que ele me pedia.
Na primeira vez que chupei o pau dele, estávamos sozinhos em casa e eu comecei a brincar com o membro. Ele perguntou se eu queria mamar. Eu já tinha ouvido falar, mas não tinha pensado em fazer! Mesmo assim, eu topei e comecei mordendo, ele reclamou e comecei a mamar sem morder. Fui fazendo como ele ensinava e não demorou muito para aprender. Foi nesse dia que senti pela primeira vez o gosto da porra! Estava mamando quando ele perguntou se podia esporrar, respondi que sim e senti os jatos inundando minha boca, escorrendo para fora. Senti um gosto horrível e uma coisa pastosa e quente, confesso que quase, vomitei. Mas no final achei uma delicia e, desse dia em diante, não só batia punheta como também chupava gostoso!
Quando ele me comeu pela primeira vez eu já tinha uns 10 anos. Até então ele só se esfregava gozava na minha xaninha, pois sempre que tentava penetrar, eu morria de dor e não deixava. Certo dia, estávamos na roça com os cachorros e o cão começou a cheirar a xana da cadela, querendo subir nela. O cachorro começou a meter e logo ficaram engatados! Aquilo me deixou com a xana pegando fogo. Meu tio tirou o pau e me pediu para bater uma punheta! Comecei a bater e a chupar! Minha xana estava toda aguadinha de tesão quando ele falou: "Vem cá, deixa eu meter em você também". Levantei a saia e sentei em cima do pau dele que começou a forçar. Logo a cabeça do pau estava bem dentro da minha xaninha, fui forçando e o pau foi entrando, minha xana foi se dilatando e, quando percebi, já estava metade dentro. Ele gozou e eu forcei tudo, minha boceta se abriu e o pau entrou. Esse dia foi inesquecível. Agora eu não só batia punheta, como chupava o pau dele e ainda dava minha xaninha.
Quando dei a bunda tinha uns 12 anos! Meu tio sempre pedia e eu nunca negava, mas sentia muita dor quando ele tentava. Era um dia de chuvarada, um domingo. Minha mãe e minha avó tinham ido a uma festa de aniversário e eu e o meu tio ficamos. Como não tínhamos nada pra fazer, começamos a foder. Como já tinha comido a minha xana e eu já tinha chupado seu pau, ele começou a querer comer a minha bundinha! Resolvi tentar mais uma vez. Ele começou a colocar a cabecinha e a forçar, só que o pau não entrava. Ele começou a colocar saliva e a cabeça do pau entrou, mas o meu cu ardeu e eu tirei fora. Tentamos mais saliva, no pau e na minha bunda. A cabeça entrou novamente e ele ficou dando bombadinhas. Meu cu ardia como pimenta, mas fui deixando. Ele começou a esporrar e meteu com toda força, o pau entrou todo. Depois desse dia, quando ele queria comer a minha bunda, nós já sabíamos como fazer e eu dava gostoso. Meu tio morria de tanto tesão quando comia a minha bunda e inundava o meu cu de porra. Era uma delícia.
Acabei descobrindo mais tarde que meu tio não só me comia, como comia também a minha mãe. Certa vez cheguei mais cedo da escola e quando entrei em casa, minha mãe estava de quatro e o meu tio mandando vara na boceta dela. Eles até que tentaram disfarçar, mas não deu tempo. Como em casa era liberado, para mim não teve muita importância. Muitas vezes, acordei à noite e vi minha mãe chupando o pau do meu tio. Depois de algum tempo, a minha avó faleceu e vim com minha mãe para Curitiba. Aqui minha mãe acabou casando novamente e fomos vivendo a vida. Hoje, sou feliz no meu trabalho e na minha vida sexual. Só que quando falo para alguém o que fazia, ninguém acredita. Realmente não é qualquer pessoa que faria o que eu fiz! O que fazíamos!
Eu Fazia tudo que ele Mandava
PAGANDO O ALUGUEL
Oi, meu nome é Flavia, tenho 25, sou branca, 1,69 m, 62 kg, cabelos pretos lisos até os ombros.
Tenho seios grandes e duros, bunda média e gostosa, bocetinha depilada. Quando tinha 19, morava com minha avó, já bem velhinha. Morávamos numa casa alugada da qual, por vários problemas, íamos ser despejados. Estava apavorada! O dono iria, pela última vez, nos cobrar. Coloquei uma sainha de jogar tênis, uma camiseta colada sem sutiã e uma tanguinha bem cavada, tudo branco.
Logo que ele chegou, fui abrir a porta. Ele ficou sem saber o que falar, quando viu meus seios grandes marcando a camiseta branca e eu com aquela sainha de jogar tênis... entramos.
Ele se sentou à mesa na sala, com minha avó. Sentei de frente pra ele no sofá, minha avó, sem saber minha intenção estava de costas pra mim. O dono da casa, Sr. Lopes, era um homem de 45 com cara e jeito de bravo. Ele começou a cobrar minha avó e eu fingia assistir televisão, cruzava minhas coxas grossas, que ficavam toda de fora por causa da saia curta. Quando fiz isso, ele começou a me olhar enquanto cobrava minha avó. Abri um pouquinho as pernas para que ele pudesse ver minha tanguinha branca.
Nesse momento, tocou a campainha. Era a vizinha querendo conversar com minha avó. Ela foi ao portão e, logo que acabei de fechar a porta, ele agarrou e perguntou: "- Porque está me provocando?". Eu me fiz de inocente e falei que era impressão dele. Mas, ele continuou falando: "- Você é muito safada, tá me chamando de bobo? Fica se mostrando, você quer pinto?".
Então ele pegou minha mão, fez eu segurar seu pinto duro por cima da calça, me beijou com força e, enquanto apertava meu corpo todinho, enfiava a mão por baixo da minha saia apertando minha bunda com suas mãos. Foi então que eu saí dele e falei:
"- Calma Sr. Lopes! Não é assim, vamos conversar". Ele estava impaciente:
"- Conversar nada!" - e veio pra cima de mim. Foi quando minha avó entrou dizendo que a vizinha a chamou para resolver um assunto que iria demorar. Se desculpou e disse que conversava com ele mais tarde.
Foi só ela sair que ele tentou me agarrar de novo! Mas eu insisti: vamos conversar! Ele com cara de que não gostou, disse: "- Fala!". Estávamos em pé, na sala, quando comecei a falar que estávamos com problemas financeiros. Ele sorriu com cara de safado, começou a alisar minhas coxas grossas, subir a mão, apertou minha bunda e perguntou: "- Quanto você quer pra trepar comigo?". Ele tirou a mão de minha bundinha, levantou minha saia e enfiou a mão por dentro da minha minúscula calcinha sentindo minha bucetinha carnuda toda depilada. Eu respondi: "- Pode fazer o que quiser comigo em troca dos cinco aluguéis atrasados".
Ele tirou a mão da minha boceta e disse: "- Deixa eu te ver seu corpo se for gostosa como parece, eu topo". Levantei minha camiseta mostrando minhas tetas grandes e duras, levantei minha saia e abaixei minha tanga até os joelhos. Quando ele viu minhas tetas grandes, boceta depilada e minha bunda disse: "- Nossa você é muito gostosa, sua avó vai demorar?". Respondi que sim. Então ele falou: "- Tira a roupa putinha, que a putaria vai ser aqui mesmo!". Fomos pro quarto, ele tirou toda a roupa e deitou na cama e esperou eu ficar peladinha alisando seu pinto. Deitei do seu lado, ele começou a me alisar toda me chamando de tesuda, chupava minhas tetas grandes com força, me fazendo gemer.
Sua boca desceu até minha bocetinha e disse: "- Delícia! Uma xoxota raspadinha". Ele chupava minha bocetinha como nunca tinham me chupado antes. Seus lábios massageavam meu clitóris e depois ele enfiava a língua. Eu rebolava e dizia assim: "- Ah! Seo Lopes, não pára...". Comecei a gozar na boca dele, rebolando gritando. Ele se levantou e colocou o pinto no meio das minhas tetas grandes e disse que queria fazer uma espanhola. Segurei seu pintão com minhas tetas enquanto ele fodia com elas. Ele me disse para abrir a boca: "- Chupa puta!". Assim ele fodia minhas tetas, enquanto eu envolvia seu pinto com força, fodia minha boca e dizia: "- Vou encher essa boca de porra!". Ele me mandou colocar a língua pra fora e começou a se masturbar roçando em minha língua, gemendo e me chamando de gostosa.
Não demorou pra ele gozar na minha língua, boca e rosto. Seo Lopes gozou gostoso, deixando até meu cabelo cheio de porra. Nesse momento, escutamos minha avó lá fora conversando com a vizinha. Ele disse: "- Puta que pariu, essa velha tinha que vir agora?". Levantamos correndo nos vestimos. Ele sugeriu que dissesse para minha avó que iria pegar uma carona até a escola. Me troquei, coloquei uma mini-saia, blusinha. Antes de sair ele tranqüilizou minha avó dizendo que iria dar um jeito no aluguel.
Era noite quando entrei no carro. Com cara de safado ele me mandou tirar a calcinha e levantar a saia. Fomos a um Drive-in, enquanto dirigia, ele ia enfiando o dedo na minha bocetinha. Quando entramos no box, ele disse: "- Agora vou te fuder, puta! Tira a roupa". Fiquei peladinha e ele chupou minhas tetas, abaixou o banco do carro e veio por cima de mim. Levantei minhas pernas e ele enfiou aquele pintão. Logo ele estava bufando e gemendo, enquanto dizia: "- Rebola vagabunda! Geme que eu gosto!". Eu rebolava e gemia. Ele repetia: "- Assim, putinha, que eu to pagando". Seo Lopes ficou me bombando, mandando eu rebolar até gozar. Depois saiu de cima de mim, disse que eu era muito safada e me levou embora. O aluguel estava pago!
O dia em que Comi minha Mãe...
Meu relato é real e aconteceu no dia 20 de fevereiro de 2000. Minha mãe tem 37 anos e eu 17, ela é uma loira de 1,67 e um corpo escultural. Continua
Quando está em casa gosta de vestir roupas leves e curtas, o que me fez crescer com um imenso tesão por ela. Sempre visitava o quarto enquanto ela dormia para admirar a beleza daquele corpo. Vê-la dormir de bruço era uma imagem que me rendeu vários orgasmos na adolescência. Sempre que ela me abraçava era uma eternidade sentir o corpo perfumado e quente me fazendo um carinho. Tudo aconteceu num domingo à noite, ela lavava louça com um shorts que deixava a metade da bunda para fora, eu passei pela cozinha e quando vi aquilo parei e me sentei na mesa. Comecei a imaginar como seria transar com ela e ouvir seus gemidos. Ver aquela bunda balançando me deixava cada vez mais louco então me levantei, fui por trás dela e coloquei uma mão em sua cintura, disse como ela estava cheirosa e dei um beijinho em seu pescoço, ela agradeceu e se virou me dando um abraço, eu abracei com todo o meu tesão e senti suas coxas entrarem em minha perna, quando ela separou um pouco dei um beijo na sua boca bem de leve, ela olhou em meus olhos e me beijou profundamente, nossos corpos voltaram a se encontrar e pude sentir seus seios em meu peito pois ela não estava usando nada por baixo. Ficamos uns cinco minutos sem descolar a boca tamanho era o nosso desejo em possuir um ao outro, passava a mão em sua bunda e a enfiava dentro do shorts sentido todo o seu volume. Ela me pegou pela mão e me levou até a sala. Tirei a roupa dela e fiquei maravilhado em ver aquele corpo lindo da minha mãe na minha frente. Seu corpo era todo liso até a buceta tinha poucos pêlos, sua pele sempre me impressionou pois é muito suave, melhor do que eu imaginava. Eu me ajoelhei e ela colocou o pé sobre o sofá abrindo a buceta para que eu chupasse, enfiei minha língua o mais fundo que pude fazendo ela gemer e dizer que me amava a muito tempo e não tinha a coragem de tomar a iniciativa. Eu a fiz se ajoelhar no sofá de costas para que pudesse lamber o cuzinho, comecei a lamber aquele anus perfeito e ela adorava, nunca pensei que faria isso em uma mulher e estava debutando com minha própria mãe que desde criança me fazia sonhar em possuí-la. Depois de muito excitada ela me levantou, tirou minha bermuda e caiu de boca em meu pinto já molhado de porra, ela chupava com todo o carinho que sempre teve comigo, fazia aquilo bem devagar e olhando para mim enquanto enfiava a cabeça até a garganta. Já a ponto de gozar eu a levei para centro da sala, ela colocou as mãos no joelho e comecei a come-la por trás. Minha visão era espetacular, via meu pinto entrando e saindo da buceta da minha mãe que se curvava e gemia de prazer cada vez que acelerava as estocadas. Me lembro que gozei dentro dela sem pensar duas vezes e meu tesão continuava. Coloquei minha mãe deitada no sofá e me deitei sobre ela enfiando todo meu pinto de uma vez fazendo-a gemer de dor. Comecei um papai e mamãe que me pareceu ser a posição favorita dela pois ela me abraçava e me ajudava nas estocadas mexendo o quadril, vendo que aquilo a satisfazia comecei a fedor com força e ela dizia em meu ouvido entre um gemido e outro: - Mete bem fundo filho, mete bem fundo. Tirei meu pinto e gozei sobre o corpo dela como nos filmes. Era um sonho que se realizava. Tomamos um banho juntos onde rolou muitos beijos e abraços, minha mãe era minha mulher a partir daquele dia. Fomos para a cama juntos, assistimos um pouco TV e dormimos abraçados. Na manhã seguinte acordamos sem remorso nenhum e ela me fez um chupeta na cama que nunca esquecerei, como iríamos tomar outro banho juntos ela me chupou e deixou gozar em seu rosto. Hoje faço amor com minha mãe todos os dias. Nos finais de semana é uma loucura. O Incesto é MARAVILHOSO. adoraria conversar com pessoas que não tem preconceito em relação ao incesto e acham que o melhor amor é com aquela pessoa que te deu carinho desde criança.
Um Amor Materno
O presentinho do meu irmão
Oi gente, meu nome é Daniella e vou contar pra vocês como eu e meu meio-irmão começamos a transar. Luís é filho do meu padrasto e 3 anos mais velho que eu. Continua:
Ele sempre foi assanhadinho comigo e eu com ele. Quando éramos pequenos ele adorava passar a mão em mim; às vezes até me irritava a insistência dele. Mas o tempo foi passando e quando eu estava com treze anos, ele foi mandado para estudar em outra cidade. Eu tive meus namoradinhos e transei a primeira vez aos catorze anos com um deles. Quando eu estava pra fazer aniversário de dezesseis anos, o Lucca voltou. E estava lindo e gostoso. Me abraçou forte quando nos vimos me deixou zonzinha... Disse que tinha uma surpresa pra mim. Depois, estávamos conversando e ele perguntou pelos meus namorados. Falei que não estava namorando e ele insistiu, até perguntar, em tom de brincadeira, se nunca tinha transado com nenhum deles. Eu disse que sim e ele quis saber quem; então desconversei e saí do quarto, mas já estava muito excitada. Minha festa seria na noite seguinte e eu o vi até quase a hora da festa, ou seja, não o via desde a "perguntinha". Quando estava só esperando meu namorado chegar pra me buscar, ele chegou, me agarrou e deu um beijo que me deixou úmida na hora! Completamente excitada. As mãos dele desceram das minhas costas para o bumbum, mas aí chegaram... e cortaram o clima. Aconteceu o mesmo quando ele quis dançar comigo na festa, quando fomos pra um cantinho e começamos a nos agarrar e esfregar um no outro. Bebemos juntos mas ele meio travado. A gente foi embora e me ajudaram a carregar ele até a cama. Tirei os sapatos e cinto dele e ele nem se abalou. Agradeci e eles foram embora. Minha mãe dormia muito por causa dos calmantes que tomava. O pai do Lucca tinha tido uma emergência no pronto-socorro. Tomei banho e me deitei pra dormir só de calcinha, mas nem imaginava nada. Só que mais ou menos meia hora depois, a porta do quarto se abriu e ele entrou tropeçando. Não liguei, às vezes ele ia conversar comigo quando se acordava de madrugada, mas ele trancou a porta, tirou a camisa e se enfiou debaixo dos lençóis e me abraçou. Eu estava excitada e nervosa com aquilo. Mas aí, ele falou com a boca encostada no meu ouvido: "não se preocupe..." Me arrepiei na hora e ele sentiu. Passou um braço por baixo de mim e me abraçou forte, com a outra mão acariciou a minha barriga, meu umbigo, minha xaninha por cima da calcinha... Aí colocou a mão entre as minhas pernas e me fez abrí-las. Colocou minha calcinha de lado e quando tocou meu grelinho com a ponta do dedo deu uma risada e disse "hum, minha putinha já está prontinha..." E já estava mesmo, estava toda molhada, melando minha calcinha. Então ele começou a me masturbar, primeiro massageando meu clitóris, depois colocando um dedo e dois... Gozei na primeira vez gemendo bem alto, como sempre faço, me chamou de gostosa e continuou até que eu gozasse mais duas vezes. Então ele ficou de joelhos entre minhas pernas e tirou minha calcinha, colocou o dedo em minha xotinha de novo e depois colocou na minha boca, dizendo "como vc chupa bem, gostoso". Desceu da cama e ficou de pé ao meu lado, tirou a calça e vi, pela primeira vez desde que éramos crianças, seu pau, só que agora maior e bem duro. Ele o alisava, então, sem dizer nada, me sentei e engoli o pau dele inteiro, sem deixar de olhar fundo em seus olhos. Ele gemeu, alto, agarrou meus cabelos e ficou alisando-os com carinho. Eu fazia carinho nas pernas dele, na bunda e sentia ele se arrepiando e estremecendo. Numa dessas estremecidas, ele puxou meu cabelo para trás e disse para que eu parasse. Me fez ficar deitada, e enquanto beijava minha boca, roçava seu pau em mim, devagar, até que abriu mais minhas pernas, encaixou-o na entradinha de minha bocetinha e então, segurando meus quadris começou a enfiar seu pau em mim. Me lembro que gemia porque o pau dele era bem grosso mas era muito bom, ele sempre foi muito carinhoso comigo. Quando ele começou a se movimentar, fazendo um vai-e-vém delicioso, sem deixar de beijar minha boca e também meus seios, eu o disse que iria gozar. Só que não tínhamos nos dado conta do barulho que a cama estava fazendo até que escutamos um barulho no corredor e depois umas batidinhas leves na porta. Era nossa empregada, a Dona Marta, perguntou se eu estava precisando de alguma coisa no exato momento que o Lucca teve que tapar minha boca com a mão. Gozamos juntos com a nossa empregada (já de idade) batendo na porta. Ficamos em silêncio e sem nos mexer por algum tempo, até que tivemos certeza de que ela já tinha ido embora. Rimos juntos e, também juntos fomos tomar banho. Debaixo do chuveiro ele me ensaboava dizendo deliciosas bobagens no meu ouvido. Depois, se ajoelhou entre minhas pernas e me lambia muito gostoso, enfiava a língua em mim e dizia estar me fodendo com ela. Saímos e ele me colocou de quatro, apoiada na pia, encaixou seu pau em mim novamente e me penetrou devagar. Quando já estava com todo seu pau dentro de mim, levantou minha perna e colocou-a sobre a pia, tirou seu pau, deixando-o quase que só encostado em mim então, numa estocada rápida e até um pouco dolorida ele me penetrou deliciosamente. Gozamos e tomamos um outro banho. Me colocou na cama e eu cochilei por algum tempo. Acordei quando ele estava nos masturbando novamente, me ajoelhei e fiquei sobre ele, então comecei a cavalgá-lo, só que de costas para ele para que pudesse me ver subindo e descendo em seu pau. Ele dizia que eu era muito mais gostosa do que ele imaginava e que me ver assim "fazendo seu pau desaparecer" em minha bocetinha era o máximo. Então ele enfiou um dedo no meu cuzinho e dizia que ele era ótimo, muito apertado, fiquei de quatro na frente dele que "entendeu" o recado e depois de me lubrificar foi tentando colocar a cabeça de seu pau dentro de mim. Doía, mas estava muito bom. Ele me deixava relaxada e excitada, ao mesmo tempo. Preenchia meu cuzinho com seu pau enquanto massageava meu clitóris que estava durinho em seus dedos. O pau dele fazia meu cuzinho arder enquanto que com seus carinhos, ficava tão molhada que chegava a escorrer pelas minhas coxas e pelo braço dele. Me chamava de putinha, de vadiazinha e eu delirava... Quando entrou todo o seu pau, eu gozei ele então foi tirando seu pau e eu sentindo como se fosse perder os sentidos, de tão gostoso. Então, enfiou todo o seu pau em meu cuzinho e apertou minha bocetinha com força. Gozou dentro de mim e caímos exaustos, um ao lado do outro. Acordamos abraçados, tomamos banho juntos e descemos para tomar café. Nossos pais já tinham ido e só mesmo a D. Marta perguntou onde tínhamos passado a noite, se tínhamos dormido juntos. Dissemos que fomos ver uns filmes e o Lucca acabou dormindo no meu quarto. Não sei se ela acreditou em minha desculpa ou se desconfiou, mas não importa... Mesmo porque, continuamos a transar até hoje e faz quatro anos, desde então...




